A algumas semanas o Movimento Gota D'Água Divulgou um video contra a construção da Usina de Belo Monte com a participação de artistas famosos:
Como resposta a esse video, alunos dos cursos de ECONOMIA e Engenharia da Unicamp, publicaram outro video satirizando o video produzido pelos artistas famosos e defendendo a construção da usina.
O Video ficou bem legal. Veja os dois videos e tire suas próprias conclusões.....
Se os economistas pudessem dar um jeito de serem considerados como pessoas humildes e competentes, num mesmo nível que os dentistas, seria excelente! ( J. M. Keynes, 1930).
terça-feira, 29 de novembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Livro é finalista do 53 Premio Jabuti
Recentemente publiquei um capítulo do livro Teoria e Prática do Turismo no Espaço Rural em parceria com os professores Sampaio e Talita do Núcleo de Políticas Públicas (NPP) da FURB e o professor Cristhian da UACH (Chile). O artigo evidenciou o desenvolvimento do turismo no espaço rural explorando as experiências de Turismo Rural em Lages e de Turismo Comunicário no Rio Sagrado (Morretes-PR).
Acabei de receber um e-mail da editora informando que o livro está entre os 10 finalistas do Prêmio Jabuti na categoria Turismo e Hotelaria. Trata-se do principal prêmio lietrário do Brasil.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
AS 10 MELHORES CERVEJAS PREMIUM DO MUNDO
3 experts em cerveja elegem para a revista GQ as 10 melhores cervejas premium do mundo. E acordo com os especialistas a classificação foi a seguinte:
Fuller’s Vintage Alle (para acompanhar queijos)
Traquair Jacobite Alle (criada no século XVIII ideal para acompanhar carnes defumadas)
Schneider Weisse Tap (cerveja alemã ideal para acompanhar carne de caça)
Coruja Strix ( cerveja nacional ideal para acompanhar aves e carnes)
Orval (produzida na Bélgica por monges tem aroma de frutas)
La Trappe Quadrupel Oak Aged ( cerveja holandesa, envelhecida em diferentes barris)
Guiness (tradicional na Irlanda está cada vez mais popular em todo o mundo. Ideal para acompanhar ostras e mariscos)
Colorado Indica ( produzida em Ribeirão Preto , tem aromas e sabores frutados)
Brooklyn Black Chocolate Stout ( alta potência alcoólica e bastante doce)
Pilsener Urquell ( proveniente da República Tcheca é a primeira Pilsen do mundo, criada em 1842)
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Quais as similaridades e diferenças da crise de 2008 para a crise atual?
ma so Em
Compartilho um comentário interessante e de fácil entendimento retirado do UOL economia e produzido com o apoio da Agência Reuters que faz uma análise das semelhanças e diferenças entre a crise de 2008 e a crise que estamos passando agora em 2011. É um texto simples e objetivo que vale a pena ler para entender os pontos principais da crise atual.
A economia mundial mal se levantou da queda em 2008 e já começa a cambalear. A crise que se avista agora no horizonte é a mesma que a anterior, é um reflexo dela ou é totalmente nova? Afinal, quais são as semelhanças e diferenças entre a crise de 2008 e a de 2011?
Analistas concordam que as duas crises certamente não são isoladas. A crise global do momento é uma continuação --até mesmo um "efeito colateral"-- da crise de 2008.
Mas elas têm, sim, diferenças fundamentais.
A grande diferença é que, há três anos, o centro da crise eram os bancos americanos e europeus, ou seja, o setor privado. Desta vez, no entanto, o fantasma ronda os governos.
A grande diferença é que, há três anos, o centro da crise eram os bancos americanos e europeus, ou seja, o setor privado. Desta vez, no entanto, o fantasma ronda os governos.
Na verdade, como definiu o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o "abacaxi" da economia passou do colo dos bancos para o dos Estados. Os governos, que ajudaram os bancos em 2008, acabaram "comprando" o problema para si.
Em 2008, a crise do "subprime"
Desde o início dos anos 2000, o governo norte-americano reduziu as taxas de juros, gerando uma oferta elevada de crédito, afirma Ricardo Humberto Rocha, professor de Economia da Universidade de São Paulo (FEA-USP).
Os bancos emprestaram muito mais dinheiro do que tinham em caixa --eles estavam "alavancados" em mais de 20 vezes em seus valores-- sem se preocupar com uma situação futura pouco favorável, diz Daniel Miraglia, consultor da eyesonfuture e professor da Business School São Paulo (BSP).
E mais: os bancos tinham muitos papéis e empréstimos no setor imobiliário. Houve um exagero no endividamento dos cidadãos norte-americanos, que não tinham como pagar suas dívidas.
Os bancos emprestaram muito mais dinheiro do que tinham em caixa --eles estavam "alavancados" em mais de 20 vezes em seus valores-- sem se preocupar com uma situação futura pouco favorável, diz Daniel Miraglia, consultor da eyesonfuture e professor da Business School São Paulo (BSP).
E mais: os bancos tinham muitos papéis e empréstimos no setor imobiliário. Houve um exagero no endividamento dos cidadãos norte-americanos, que não tinham como pagar suas dívidas.
Isso desembocou na chamada "crise do subprime", em 2008. Faltou crédito, o consumo caiu, e o desempenho das empresas foi duramente afetado.
Para salvar os bancos, governos se endividaram
Para evitar que esses bancos quebrassem e houvesse um possível dano maior à economia mundial, os governos realizaram uma operação de resgate, injetando recursos públicos nas instituições bancárias.
"O sistema financeiro dos EUA foi praticamente estatizado, e o governo tornou-se sócio das instituições", diz Rocha.
O dinheiro público usado para salvar os bancos foi o principal motivo do alto endividamento atual dos governos. "Nos EUA, a dívida pública subiu cerca de 20% em relação ao PIB (Produto Interno Bruto)", diz Miraglia.
O dinheiro público usado para salvar os bancos foi o principal motivo do alto endividamento atual dos governos. "Nos EUA, a dívida pública subiu cerca de 20% em relação ao PIB (Produto Interno Bruto)", diz Miraglia.
Com a "operação salva-vidas" dos bancos, os governos apostavam que a economia de seus Estados voltaria a se recuperar.
Porém, a economia não cresceu na velocidade que se esperava. Com isso, o "remédio" do salvamento dos bancos surtiu apenas seu efeito colateral, mas não resolveu o problema em si.
Situação agora é "menos ruim" e não falta crédito
Agora, o setor privado está "numa boa", as empresas têm dinheiro em caixa, e vão bem, obrigado. O cenário de grandes quedas de PIB e recessão não é tão provável como em 2008, na opinião de Daniel Miraglia.
Não há falta de crédito, nem de liquidez.
"Em 2008, o sistema interbancário parou, os bancos não emprestavam dinheiro um para o outro, e até o sistema de linha de crédito para exportações foi paralisado. Parou o crédito no mundo", conta.
"Em 2008, o sistema interbancário parou, os bancos não emprestavam dinheiro um para o outro, e até o sistema de linha de crédito para exportações foi paralisado. Parou o crédito no mundo", conta.
Por enquanto, os bancos seguem com dinheiro em caixa e continuam emprestando, mas... "Se os empréstimos interbancários pararem, aí começa a ficar muito parecido com 2008."
Por outro lado, ressalva o consultor, agora os Estados já estão com os juros bastante baixos e os governos não contam com essa opção --de baixar os juros-- para ajudar a economia.
Diferença entre a crise da dívida nos EUA e na Europa: a moeda
A crise que agora ronda EUA e Europa tem uma diferença essencial entre as duas regiões: a moeda na qual um país tem sua dívida.
"Pela teoria econômica, um país que tem dívida em sua própria moeda, tem risco de moratória muito baixo", explica Miraglia. Isso porque o país pode decidir emitir mais moeda para pagar sua dívida, ainda que isso eleve um pouco sua inflação.
Nesse caso, os Estados Unidos levam grande vantagem em relação à Europa. Nos EUA, 100% da dívida pública é em dólar, e o próprio país é responsável pela emissão da moeda. Já na Europa, os países fazem suas dívidas em euro, e a moeda é emitida pelo Banco Central Europeu.
Além disso, na Europa cada país tem uma estrutura de dívida diferente, mas eles não têm o poder de emitir dinheiro.
Além disso, na Europa cada país tem uma estrutura de dívida diferente, mas eles não têm o poder de emitir dinheiro.
"A Grécia tem muito mais dívida em porcentagem do PIB do que a Alemanha. Logo, a Grécia precisa de uma política fiscal diferente da Alemanha", explica o economista.
Porém, com uma mesma moeda e a mesma taxa de juros, não dá para se fazer duas políticas diferentes.
Mais diferenças entre EUA e Europa
Uma solução sempre cogitada em períodos de crise é inflacionar o país para diminuir a dívida nominal em proporção do PIB, segundo a consultoria MB Associados. Entretanto, essa tática feita nas décadas de 1940 e 1950 no pós-guerra ocorre como consequência de um período prolongado de crescimento.
"Naquela época, os EUA eram o celeiro industrial do mundo e o crescimento junto com inflação permitiu que a dívida rapidamente diminuísse. Agora, não há esse horizonte para a economia americana", segundo relatório da consultoria.
No caso europeu, a situação é ainda mais preocupante talvez porque a idéia de uma solução da crise hoje passa também por um ajuste fiscal prolongado. Mas o peso do setor público na Europa é muito maior e poderá significar um desmantelamento de longo prazo do Estado do bem-estar social.
"Não nos parece uma transição simples nem fácil de fazer", informa o relatório.
Europa descartou criação de bônus em comum na zona do euro
Os investidores tinham expectativas de que fossem criados bônus em comum da zona do euro, uma iniciativa que tornaria o custo da dívida dos países mais fracos mais administrável. Mas a possibilidade foi descartada pelos líderes da Alemanha, Angela Merkel, e da França, Nicolas Sarkozy, em reunião em meados de agosto.
Por outro lados, os dois líderes defenderam a criação de uma taxa sobre aplicações financeiras e um imposto comum sobre empresas na zona do euro.
Além disso, propuseram uma maior integração da região e rigor nos gastos públicos como fórmula para recuperar a confiança dos mercados diante da crise financeira atual.
lução sempre cogitada em períodos de crise é inflacionar o país para diminuir a dívida nominal em proporção do PIB, segundo a consultoria MB Associados. Entretanto, essa tática feita nas décadas de 1940 e 1950 no pós-guerra ocorre como consequência de um período prolongado de crescimento.
"Naquela época, os EUA eram o celeiro industrial do mundo e o crescimento junto com inflação permitiu que a dívida rapidamente diminuísse. Agora, não há esse horizonte para a economia americana", segundo relatório da consultoria.
No caso europeu, a situação é ainda mais preocupante talvez porque a idéia de uma solução da crise hoje passa também por um ajuste fiscal prolongado. Mas o peso do setor público na Europa é muito maior e poderá significar um desmantelamento de longo prazo do Estado do bem-estar social.
"Não nos parece uma transição simples nem fácil de fazer", informa o relatório.
Europa descartou criação de bônus em comum na zona do euro
Os investidores tinham expectativas de que fossem criados bônus em comum da zona do euro, uma iniciativa que tornaria o custo da dívida dos países mais fracos mais administrável. Mas a possibilidade foi descartada pelos líderes da Alemanha, Angela Merkel, e da França, Nicolas Sarkozy, em reunião em meados de agosto.
Por outro lados, os dois líderes defenderam a criação de uma taxa sobre aplicações financeiras e um imposto comum sobre empresas na zona do euro.
Além disso, propuseram uma maior integração da região e rigor nos gastos públicos como fórmula para recuperar a confiança dos mercados diante da crise financeira atual.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
MESMO COM CHUVA PASSEATA EM DEFESA DA FURB FEDERAL REUNE 7 MIL PESSOAS
Mesmo com a chuva que caiu durante todo o dia de hoje (23/08) em Blumenau a passeata em defesa da FURB FEDRAL foi um sucesso. Mais de 7 mil pessoas participaram do movimento em defesa de um ensino superior público e de qualidade para a região. O movimento reuniu estudantes, professores, representantes políticos e demais adeptos ao movimento que marcharam pelas principais ruas de Blumenau. A passeata dos guarda chuvas coloridos foi um sucesso.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
QUE TAL TOMAR COMO EXEMPLO OS ESTUDANTES CHILENOS?
El ' inv
Amanhã terá uma grande manifestação em defesa da Implantação de uma Universidade Federal em Blumenau. O evento inicia as 18:30 em frente a Biblioteca no Campus 1 da FURB. Após isos haverá uma passeata em defesa da FURB Federal.
A expectativa é reunir mais de 10 mil pessoas para lutar pela nossa Universidade Federal.
E já que o momento é de luta por um ensino de qualidade gratuito, que tal nos espelharmos nos estudantes chilenos que estão lutando por isso também?
Abaixo socializo uma matéria interessante sobre os estudantes chilenos que foi divulgada recentemente no jornal El País.
ierno estudiantil' sacude ChileLos chilenos se rebelan contra un modelo de enseñanza clasista y deficiente - La educación sigue siendo el reto pendiente, a pesar del auge económico
Los padres de Eduardo Zepeda, de 23 años, estudiante de ingeniería en una universidad estatal, pagan una cuota mensual equivalente a 540 euros por la carrera de su hijo. De este monto, 390 euros son para la Universidad y 150 euros para un banco que les otorgó un crédito al 5% de interés. Sus padres, de clase media, destinan el 20% de sus ingresos a pagar la carrera de Eduardo. "Aunque esto es complicado, lo más difícil será cuando mis cuatro hermanas estén en la Universidad. Hay compañeros míos que están mucho más endeudados", cuenta. Otras familias destinan hasta el 50% de sus ingresos a pagar la Universidad.
Su caso es representativo de la crisis de la educación chilena, que asfixia a miles de personas y tiene a estudiantes movilizados con marchas masivas y paros, a los que se sumaron los profesores para pedir al Gobierno un cambio estructural de un sistema que fue diseñado en la dictadura de Pinochet, en los años ochenta. Su demanda recibe apoyo de cerca del 80% de la población, según los sondeos, y es especialmente alto entre las clases medias. El invierno estudiantil tiene en jaque al Gobierno del conservador Sebastián Piñera. Contrasta la crisis de la educación con los aplausos que recibe la economía chilena, que este año crecerá sobre el 6%.
En el diagnóstico hay consenso. Las universidades estatales tienen financiación escasa, las privadas operan casi sin fiscalización y todas son caras. En la educación secundaria coexisten colegios, muchos de mala calidad y faltos de infraestructura porque dependen de la riqueza del municipio que lo gestiona, con otros particulares de mejor calidad.
La reforma educativa en la dictadura consistió en el traspaso de los colegios que administraba el Estado a la gestión municipal, y en las universidades se abrió la puerta a la creación de privadas sin fines de lucro, aunque muy pocas lo han respetado. La privatización contribuyó a elevar el nivel de acceso a la educación, pero no la calidad del sistema, y en general lo hizo más oneroso.
Las universidades estatales chilenas, que reciben muy pocas aportaciones del Estado en comparación con otros países, son las más caras de América Latina y sus cuotas triplican las de Italia, cuadruplican las de España, quintuplican las de Bélgica y son 19 veces mayores que las de Francia, según un estudio de la Organización de Cooperación y Desarrollo Económico (OCDE). El esfuerzo de las familias chilenas para pagar los aranceles, considerando los ingresos, "es el más alto de todos los países después de Estados Unidos", señala la OCDE.
El aumento de la matriculación en la educación superior, que ha pasado de 250.000 alumnos de pregrado en 1990 a casi un millón en 2010, "no ha sido suficiente para revertir la marcada estratificación de las oportunidades en este nivel educativo", afirma Pamela Díaz-Romero, directora ejecutiva de Fundación Equitas. En el 10% más pobre de la población, la tasa de acceso a la Universidad es de 16%, mientras que en el 10% más rico es del 61%.
El mayor acceso significó que los hijos de familias de ingresos medios y bajos llegaran por primera vez a la Universidad. Siete de cada diez universitarios son hoy de primera generación, porque sus padres no tuvieron educación superior. Pero como su educación secundaria es de baja calidad, llegan a universidades con menos nivel de exigencia. En ellas, "los aranceles representan hasta el 50% del ingreso familiar de un hogar de clase media, lo que obliga a un fuerte endeudamiento", agrega Díaz-Romero.
Ante la situación, la movilización estudiantil busca "un cambio de paradigma". "Durante años, se pensó en el financiamiento a los estudiantes sin capacidad de pago. Hoy se reivindica el derecho a la educación pública y gratuita", explica Díaz-Romero.
Las propuestas del Gobierno implican, según el ministro de Educación, Felipe Bulnes, un "antes y después" en este sector. Entre ellas figuran reducir el endeudamiento, al rebajar del 6% al 2% el interés del crédito para universitarios, y aumentar las becas, de forma que el 60% de los alumnos de familias de menos ingresos y clase media reciban ayudas para la educación superior. También plantea garantizar el cumplimiento de la ley que prohíbe el lucro en las universidades privadas, algo que no se ha hecho desde comienzos de los ochenta.
Una tercera propuesta, dirigida a la enseñanza secundaria, es fortalecer la educación pública, con un mayor control de los centros y más subvenciones a las escuelas. También Bulnes se ha declarado dispuesto a reformar la Constitución para garantizar la calidad educativa. A lo que no está dispuesto, afirmó, es a dar "educación gratuita a todos los chilenos", porque "los sectores más acomodados no tienen por qué no pagar su acceso a la educación superior". Las propuestas del Gobierno han sido rechazadas como "insuficientes" por las organizaciones estudiantiles.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
PETROBRAS E VALE ESTÃO ENTRE AS EMPRESAS MAIS LUCRATIVAS DAS AMÉRICAS
A Petrobras é a quarta empresa mais lucrativa entre as companhias de capital aberto da América Latina e Estados Unidos. A Vale ocupa a quinta posição. Os dados fazem parte de levantamento divulgado nesta quarta-feira pela consultoria Economatica.
As duas empresas ficaram atrás apenas Exxon Móbil, Chevron Texaco e Apple. Elas são ainda as únicas companhias latinas a aparecerem entre as 20 mais lucrativas entre abril e junho na região.
Os setores mais representados são os de eletroeletrônicos e petróleo e gás, com quatro empresas cada. Já o setor bancário tem três empresas na lista.
A pesquisa considera os balanços do segundo trimestre deste ano. O lucro das empresa foi convertido para dólar com a cotação do dia 30 de junho.
Veja lista de empresas e o lucro líquido no 2º trimestre, em bilhões de US$
1º - Exxon Mobil (EUA) - 10,68
2º - Chevron Texaco (EUA) - 7,73
3º - Apple (EUA) - 7,31
4º - Petrobras (Brasil) - 7,01
5º - Vale (Brasil) - 6,58
6º - Microsoft (EUA) - 5,87
7º - JP Morgan Chase (EUA) - 5,43
8º - Wells Fargo (EUA) - 3,95
9º - General Eletric (EUA) - 3,76
10º - Intl Bus Machines (EUA) - 3,66
11º - AT&T (EUA) - 3,59
12º - MGM Mirage (EUA) - 3,44
13º - Berkshire Hathaway (EUA) - 3,42
14º - Conocophillips (EUA) - 3,40
15º - Walmart Stores (EUA) - 3,399
16º - Citigroup (EUA) - 3,34
17º - Oracle Group (EUA) - 3,21
18º - General Motors (EUA) - 2,99
19º - Intel (EUA) - 2,95
20º - Coca-Cola (EUA) - 2,797
2º - Chevron Texaco (EUA) - 7,73
3º - Apple (EUA) - 7,31
4º - Petrobras (Brasil) - 7,01
5º - Vale (Brasil) - 6,58
6º - Microsoft (EUA) - 5,87
7º - JP Morgan Chase (EUA) - 5,43
8º - Wells Fargo (EUA) - 3,95
9º - General Eletric (EUA) - 3,76
10º - Intl Bus Machines (EUA) - 3,66
11º - AT&T (EUA) - 3,59
12º - MGM Mirage (EUA) - 3,44
13º - Berkshire Hathaway (EUA) - 3,42
14º - Conocophillips (EUA) - 3,40
15º - Walmart Stores (EUA) - 3,399
16º - Citigroup (EUA) - 3,34
17º - Oracle Group (EUA) - 3,21
18º - General Motors (EUA) - 2,99
19º - Intel (EUA) - 2,95
20º - Coca-Cola (EUA) - 2,797
Fonte: Folha Online
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